Faz exatamente um ano que estou atendendo como coach e não gosto de me nomear live, business ou…
Maria Witter
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Obrigado Maria, fico feliz que o texto tenha provocado em você esta reflexão. O objetivo principal era este. Seu relato também acrescentou um exemplo que fortalece a discussão proposta. Como tenho falado em todos as respostas, a crítica não é ao trabalho do coaching em si, eu também sou coach, mas é ao que chamei de “farra do coaching”. Esta expressão provocativa era justamente para promover a discussão. O que chamei de “farra” é a promessa de mudança enriquecimento fácil, de mudança sem esforço e ao investimento pesado no marketing de conteúdo, sem de fato trazer conteúdo.

Pelo que você me disse, acredito que optou pelo caminho mais produtivo e, estou certo, terá uma carreira brilhante no coaching. Sinceramente, não acredito que ocorrerá a regulamentação do coaching, nem que ela faria melhorar a profissão. Como algumas pessoas apontaram nos comentários, a psicologia possui essa regulamentação e, ainda assim, vemos distorções parecidas. Dessa forma, acredito no contraponto, na apresentação de visões alternativas e, mesmo, provocações para gerar reflexões e mudanças.

Grato!

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