Tristan Jehan e Brian Whitman, fundadores do The Echo Nest

Tão importantes para a música quanto Einstein para a física

Um relato bobo de como a ciência e a tecnologia têm feito bem para a música

10 anos atrás era fundada nos Estados Unidos uma startup chamada The Echo Nest pelos jovens Tristan Jehan e Brian Whitman do MIT. O The Echo Nest era, na verdade, seu trabalho de conclusão de curso.

Não tardou para a pesquisa se tornar um serviço concorrido pelas gigantes do mercado de música digital. A pesquisa conseguira responder — com algumas arestas — uma intrigada pergunta dos grandes players e consumidores de música: como automatizar uma pesquisa musical por paridade rítmica e melódica sem qualquer curadoria social. O Echo Nest se tornara, de fato, capaz de catalogar e agrupar músicas semelhantes e através de suas “impressões digitais”, hoje subsidiária do Spotify, tem feito um excelente trabalho para a comunidade.

Ainda que soe um pouco Blade Runner, a felicidade que tive ao ouvir numa playlist pessoal de 155 músicas, em modo aleatório, uma sequência entre 2 delas com transição perfeita foi indescritível. Cheguei a achar que havia uma versão extendida da primeira delas pela dificuldade em notar a troca de faixa.

Abaixo, listo ambas as tracks e deixo aqui registrada, como amante da música, minha admiração pelos pesquisadores da área. Meu muito obrigado!

A sequência perfeita descoberta pelo The Echo Nest

Stina Nordenstam — So Lee
https://youtu.be/zn_yfLuMAKc

Cascadeur — Bye Bye
https://youtu.be/jt4ZuQtY8_4

Em tempo

Recentemente o Spotify lançou um serviço chamado Spotify Party. Se utilizando da tecnologia acima, o serviço disponível para assinantes promete — e faz — mixagem automatizada de músicas como um Disc Jokey profissional

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