Temos que começar de algum lugar.

Bom, vamos lá. Sem se preocupar muito com o formato, ou mesmo com o conteúdo. Tentar deixar a vergonha e a falta de leitura não impedirem o exercício. O importante aqui é o exercício. Sem pressão de quando ou onde surgirão os próximos.

Ano chinês do macaco de fogo: dizem que muita coisa vai acontecer e ai de nós se não estivermos preparados.

No último fim de semana, estive em São Paulo. E, por incrível que pareça, mesmo saindo todos os dias de forma carnavalesca, o ano chinês do macaco de fogo foi um assunto que se repetiu em várias das conversas que rolaram em terras paulistas (e, em todas elas, eu sempre pensava no desenho Cavalo de Fogo e na musica de abertura, o que gerava toda uma trama viajante na minha cabeça). Não sou ligado na cultura chinesa, mas costumo acreditar em sinais do universo.

Foram três dias por lá e senti como se fossem uns 10. Conversas fortes, mesmo em ambientes que sugeriam a triviliadade e o small talk (sou adepto de conversas profundas em baladas, by the way). Muita cerveja, muitos reencontros (com a cidade inclusive) e a certeza que o primeiro passo é dado às cegas, muitas vezes.

Temos que começar de algum lugar. Ainda que o lugar seja troncho e nada harmônico como esse aí da foto.
Show your support

Clapping shows how much you appreciated Felipe Gomide Balduino’s story.