Recrutadores transformaram propostas de emprego em show de horrores
Fábio Santos
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Não só os recrutadores, mas também tem muito (MUITO) jornalista que se submete a tudo isso porque já internalizou que “faz parte” trabalhar muito e ganhar pouco, afinal “está fazendo o que gosta”. Já fui criticado quando reclamei que estávamos a menos de uma semana de uma grande cobertura de 3 semanas (com 2 dias de folga) e não tínhamos a escala de horários do período (já que queria saber como programar a minha vida). A resposta, de outro colega, era que eu estava “reclamando de barriga cheia, porque um ano antes havíamos trabalhado 31 dias seguidos sem folga e desta vez teríamos 2 dias de descanso”.

Nós também commoditizamos o nosso trabalho.

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