Carta de despedida

Quero encolher esta tortura vinda de vozes dizendo que eu não mereço o afeto das pessoa elas gritam na minha cabeça criam medo até nos meus sonhos. Demônios?! Eles são imaturos demais para tal trabalho e não batem de frente contra a perda das pessoas que um dia já te olharam com olhos de esperança, e que hoje, dilatam desprezo em suas pupilas. Segregado de maneira a não existir, perdoem-me eu nunca quis ser um fardo eu nem pedi para estar aqui. Eu não quero, não! Eu não quero conviver com esse peso ele deveria ser só meu, o peso da decepção. A morte física pode até ser indolor, mas a morrer internamente é algo dilacerante, você sente cada pedaço seu apodrecendo. Larvas e baratas encontram-se em sentimentos de não correspondência do mundo. Não sou um coitado, mas nós cansamos de sofrer. Algo velho deve dar lugar a algo novo alguma hora. Minha história está velha demais. Ela precisa de um basta.
Texto meramente ilustrativo