Estamos sozinhos no universo?

“silhouette photography of person” by Greg Rakozy on Unsplash

A ideia aqui é lançar perguntas, procure pelas suas respostas.

Se você nunca olhou para o céu à noite e se questionou se somos os únicos a habitar essa imensidão, é provável que tenha pensado pouco sobre a sua própria vida. Desde cedo, nos ensinam que os humanos são os únicos que possuem o direito de usufruir de tudo que existe. Acontece que existe tanto, que jamais seremos capazes de conhecer e — muito menos — usufruir de tamanha imensidão.

Palavras não conseguem descrever o que é o universo. Não conseguem explicar a imensidão que está acima da sua cabeça. Na verdade, essa imensidão está por todos os lados, inclusive dentro da sua mente. Você conhece a sua mente? É capaz de usufruir do seu potencial máximo?

Provavelmente, nunca conseguiu chegar perto do potencial de criar realidades – através de pensamentos e manipulação de energia. Você ao menos consegue explicar o que é energia? Consegue explicar o que é a vida, aquilo que faz todo o seu corpo funcionar? Sabe o que é a diferença entre um corpo morto, sem vida, e você? O que fez ele parar?

Qualquer resposta que você tenha para essas perguntas não é a verdade. O fato de se questionar e encontrar suas próprias verdades é a chave. Mas não acredite que elas são mais verdade que as verdades dos outros.

A humanidade é uma criança

A nossa existência é pequena. Estamos aqui há pouco tempo, ainda não superamos a infância. Até pouco tempo, alemães achavam que a raça ariana era uma raça superior e, por isso, tinham o direito de maltratar judeus. Escravizávamos os negros por pensarmos que deveriam servir aos brancos. Matávamos mulheres, por acreditarmos serem bruxas.

Mulheres são mais conectadas com o universo e, por isso, mais sensitivas. São conectadas com a natureza e, quando tinham liberdade, eram capazes de manipular energias. Mas os homens não entenderam isso, pois são mais desconectados do todo e movidos pelo ego.

O que é diferente do que acreditam ser verdade, deve ser destruído.

E hoje, as mulheres lutam para mostrar que são iguais, apenas uma categoria diferente da mesma espécie. Esqueceram da sua natureza e se ocupam tentando ocupar o espaço que sempre foi delas. Você já pensou o quão sem sentido é o fato de tratarmos as mulheres como seres mais sensíveis e frágeis — inferiores aos homens por não possuirem a mesma força física?

Inferiores somos nós que não somos capazes de gerar uma vida. Participamos apenas com uma injeção, mas a vida nasce nas mulheres. Talvez a resposta para algumas de suas perguntas esteja nas mulheres.

“woman sitting on rock near lake” by Nadi Whatisdelirium on Unsplash

Você já se questionou o que passava na cabeça das pessoas naquela época? E o que ainda passa na cabeça dos seres humanos?

Já pensou em como a consciência da humanidade vem evoluindo a ponto de enxergarmos que nossos antepassados fizeram coisas sem sentido? Hoje elas não fazem mais sentido, mas antes faziam. Ainda fazemos coisas sem sentido, mas estamos evoluindo em uma velocidade nunca antes vista. A humanidade caminha a passos largos para a evolução como civilização, mas ainda somos crianças.

Ainda perdemos nosso tempo com coisas sem valor. Buscamos aprovação, controle, segurança. Tiramos a liberdade para nos sentirmos livres e seguros.

E se existisse uma civilização mil anos mais evoluída que a nossa? Quanto a humanidade irá evoluir em mil anos? Será que iremos nos importar com as mesmas coisas? Será que vamos existir? E em um milhão de anos? Isso é pouco tempo frente a imensidão do universo — somos crianças.

E se uma civilização um milhão de anos mais evoluída entrasse em contato conosco, qual seria o resultado? Usando uma analogia: seria como tentarmos nos comunicar com uma formiga. Você consegue entender os problemas das formigas e se comunicar com elas?

E se existem, por que não ajudam a humanidade a evoluir?

Aqui, deixo duas perguntas para você.

Se você quebrar a casca do ovo, o pintinho vai sobreviver? Se arrancar o casulo da borboleta, ela consegue bater as asas?

Qual é a sua resposta? Qual é a sua verdade?