Felipe Scofano
Sep 8, 2018 · 1 min read

Oi Matheus, td bem? Obrigado pelo post. Sou totalmente a favor do feedback e dos resultados em equipe, mas fiquei com algumas dúvidas com relação a sua sugestão de abordagem.

1) como você sugere avaliar o resultado individual, inclusive para poder premiar as pessoas que se destacaram, que tiveram melhores resultados?

2) se você não diferenciar (destacar, valorizar) de alguma forma os resultados individuais, como você retém os talentos?

3) A tabela de classificação que você sugere para mapear os níveis (“aprendiz”, “novato”,…) pode ser interessante como um framework, mas achei que as descrições ficaram vagas e subjetivas (tipo, no nível “novato” a pessoa “sabe pouco”). O que é “pouco” nesse caso? O que o “novato” não consegue fazer que o nível seguinte (não lembro de cabeça…) consegue? Ou seja, vejo um super desafio. Não vejo como uma tabela genérica (sabe pouco, sabe pouco mais, sabe muito, etc) pode agregar valor. Cada “função” deveria ter uma tabela classificatória própria para de fato mapear com clareza o que se espera de cada nível de proficiência, numa determinada empresa, num determinado time. O que acha?

    Felipe Scofano

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