Partindo do pequeno pressuposto de que somos seres capazes de distinguir, pensar, raciocinar e se relacionar, somos também capazes de questionar. Por que afinal existe tudo isso que há ao nosso redor e não coisa alguma? Por que vivemos e o que fazemos com a nossa existência?
De modo prático, há duas maneiras de se responder isso: como e porquê. A ciência moderna, esta que envolve a química, a física, a metafísica e assim por diante, tem como foco responder o como. Enquanto a filosofia, a religião, a espiritualidade e a arte tenta por meio do porquê. As duas são complementares e ainda que possam parecer opostas, tentando responder a mesma pergunta, são pesquisas fundamentais para a evolução do ser (humano).
Um fato que é dito como absoluto na vida de todos nós é: vamos morrer. Ainda que saibamos disto desde sempre, queremos sempre dar sentidos diferentes a nossa vivência; tentando entender o que devemos fazer, qual é o próximo passo que daremos ou então: para que serve a vida. Como já foi falado, essa questão pode ser respondida de maneiras diferentes. Mas ao meu ver cabe uma pequena resposta (ou quase isso):
para ser sentido
Queremos ser sentidos pelo outros, não basta vivermos a nossa vida. Do meu nascer até o meu último dia de vida quero transbordar e ser importante. Ser importante é quando uma pessoa te leva e te importa para o interior dela. Querer ser importante é diferente de querer ser influente ou famoso. Há muitas pessoas que são importantes para mim e nem por isso são famosas, meus pais são um exemplo.
Chego a este mundo para tentar mudá-lo, sem a pretensão de mudar as pessoas, mas de me mudar. Tamanho objetivo já é isto. Transbordar, ensinar e ser importante então, é como um desafio.
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