Sim, existe amor em SP!

Sempre gostei da cidade, do caos urbano, e talvez seja por isso, que hoje virou paixão, esse amor por São Paulo.

Certo dia eu visitei um dos mais altos edifícios de SP, e comecei a perceber algo que não existia, que não existia em mim. Olhando para as pessoas em minha volta, maravilhadas com o número exorbitante de prédios, casas, e construções da cidade, aprendi a ter diferentes percepções da vida; foi ali que tudo começou.

Cada pessoa naquele lugar enxergava algo diferente, uns olhavam para o prédio vizinho, outros para as pessoas atravessando a rua, e alguns eu não sei, mas era sentimento impactante e compartilhado de como-eu-nunca-vim-aqui-antes?

Talvez seja nessa hora, caro leitor, que tu me perguntas “o que isso tem a ver com São Paulo?”, eu responderia tudo.

Sampa, a cidade brasileira mais populosa, é um farofão de culturas e pessoas diferentes. Aqui é onde existe uma infinita variedades de comidas, sotaques, amigos e lugares para ir.

A cidade com os melhores nomes de estações do metrô que traduzem desejos de todos paulistanos: Liberdade, Consolação, Paraíso, Brigadeiro(rs).

Cada metrô cheio, cada avenida congestionada, cada chuva que te pega na surpresa… eu e qualquer paulistano poderia fazer uma lista de como é viver aqui cidade, sinta-se paulistano, viva.

Sim, existe pontos negativos, mas esse não é o meu foco hoje. Hoje escrevo sobre alguma coisa acontece no meu coração, que só quando cruzo a Ipiranga e Av. São João. Hoje escrevo sobre as Esquinas do jazz que acontecem toda noite na Paulista e na Fradique Coutinho. Hoje escrevo sobre os movimentos como Slam Resistência que denunciam verdades com uma poesia linda e impactante. Hoje escrevo dos encontros de malabaristas que acontecem na Praça Roosevelt às quartas-feiras… É muita coisa que acontece nessa Sampa, não daria para colocar tudo aqui.

A cidade que never sleeps, a cidade do “vamo no Ibira no fim-de-semana?”, a cidade que te ensina a dar um migué, te ensina que é proibido colocar katchup na pizza, essa cidade é São Paulo.

Sim, é um sentimento besta. Mas essa cidade que me apaixonei e me apaixono a cada vez mais, essa cidade é São Paulo, minha São Paulo. E sim, existe amor em SP.