Pretinha, eu?
Paula Maria
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Me vi em uma parte enorme do seu texto, Paula. Não posso dizer como é ser mulher e negra. Mas sendo negro pertencente a classe média, com um pai preto e uma mãe branca, vivi vários dos dilemas que você elencou e ainda vivo. É uma eterna reafirmação de pertencimento e de reivindicação identitária dentro dos mais diversos espaços.

Vamos viver nossa negritude, porque ela é linda demais.

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