Não sei fazer sonetos, entenda como um de fidelidade

A liberdade se torna sinônimo de amor e vice versa quando você tem um mundo de possibilidades, você alcança seu mundo com asas e cordas, mas ainda fica ansioso para ter acesso à internet e poder dividir seu mundo particular com apenas um sorriso, lembrando do lugar bom que é dentro daquele par de braços.

Nunca dizemos “sinto sua falta”, apenas “saudade gostosa”, por entendermos que a saudade ponderada e não intencional é uma linha vermelha a nos unir. Dizemos “se você estivesse aqui” seguido de algum “nós faríamos isso juntos”. Nada de cobranças implícitas. Daí, eu prefiro não pensar em “quando você estiver aqui”, já que a minha única certeza é do quanto gosto de você hoje.

Peço para que continue sendo exatamente como é. “Don’t change a hair for me. Now, if you care for me” dizia a música daquela playlist, lembra?! Continuarei com meus planos de cortar o cabelo, fazer mestrado fora, fazer mestrado aqui, não saber se farei mestrado ou MBA. Seus roteiros exatos e aparentemente, só aparentemente, confusos, a cada esbarrão com os meus, terão o poder de me fazer querer ficar no mar azul dos seus olhos e você na rocha dos meus.

Dividindo a mesma lua negra, os mesmos temores e compreendendo a falta de ar que dá na gente, o encanto mútuo cresce. Peço para que nunca me prenda em cordas de medo, deixe-me livre e eu, em retribuição, devolvo a você lealdade em toda a minha liberdade, leveza e um pensamento inteiro seu. Ainda não tenho asas, já tendo cordas. Por favor, use-as apenas para saber onde estou e aquietar o peito. A dona da minha corda sou eu e eu já dei a você a outra ponta. Só há uma.

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