Conheça a história de Pedrinho, de 7 anos, morador de Lajeado (RS), diagnosticado com Distrofia Muscular de Duchenne

Uma arte com uma cadeira de rodas. 7 de setembro: Dia Nacional de Conscientização sobre a Distrofia Muscular de Duchenne.
Uma arte com uma cadeira de rodas. 7 de setembro: Dia Nacional de Conscientização sobre a Distrofia Muscular de Duchenne.
7 de setembro: Dia Nacional de Conscientização sobre a Distrofia Muscular de Duchenne. Arte: Júlia Ozorio

O dia 7 de setembro é marcado não apenas pela independência do Brasil, mas também como uma data de conscientização sobre uma doença desconhecida para a maior parte da população: a Distrofia Muscular de Duchenne (DMD). A doença, que é rara e debilitante, paralisa todos os músculos do corpo, incluindo pulmões e coração, até os 20 anos de idade, mas atinge apenas meninos — é o caso de Pedro Henrique Rodrigues Possebon, o Pedrinho, de 7 anos, morador de Lajeado (RS), diagnosticado com DMD em março. …


Uma menina com dores no peito, representando o Dia Mundial do Lúpus
Uma menina com dores no peito, representando o Dia Mundial do Lúpus
Arte e ilustração: Ravena Mallmann

Entenda mais sobre esta doença autoimune e sobre como a falta de hidroxicloroquina pode afetar pessoas que dependem do medicamento

A hidroxicloroquina recentemente entrou em evidência devido à sua utilização em testes como potencial tratamento contra o coronavírus, esgotando rapidamente em farmácias por todo o país. No entanto, o medicamento, conhecido como Reuquinol no Brasil, já é utilizado há décadas no tratamento de outras doenças, como o lúpus. Há cerca de 80 doenças autoimunes conhecidas atualmente, e o lúpus é uma das mais importantes e graves.

Lúpus é uma doença inflamatória autoimune — ou seja, que acomete o sistema imunológico, formando anticorpos contra células do próprio organismo, e não somente contra antígenos externos — na qual os anticorpos de uma pessoa passam a atacar órgãos e tecidos saudáveis. Há dois tipos principais de lúpus: Discoide, que acomete apenas a pele; e Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES), que também acomete outros órgãos. A doença pode ter períodos de atividade e de remissão, mas ainda não tem cura e exige tratamento. …


O Brasil produz um total de 78,4 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos por ano. De acordo com o Panorama dos Resíduos Sólidos do Brasil de 2017, 59% desse total vai para aterros sanitários. O restante, que corresponde a 29 milhões de toneladas, é levado para lixões ou aterros controlados. Nesses locais, há trabalhadores envolvidos em diversas etapas do tratamento do lixo.

Em Estrela, a Usina de Tratamento de Lixo do município conta com 38 trabalhadores. Já o aterro sanitário de São Leopoldo, 28. Os mais variados tipos de lixos chegam a esses locais, e os trabalhadores têm de separá-los e efetuar a destinação correta dos materiais, muitas vezes ignorada pela população.

Caminhão de lixo chegando no aterro sanitário.
Caminhão de lixo chegando no aterro sanitário.
Desde novembro de 2011, o município de São Leopoldo possui uma unidade de valorização de resíduos sólidos urbanos. Localizada em uma área de 135 hectares, utiliza 60 para a destinação de resíduos e o restante como área de preservação ambiental. Com uma capacidade total de 5 milhões de toneladas e uma vida útil de 20 anos, o aterro atende à demanda de resíduos gerados na região da Bacia do Rio dos Sinos.
Ozi da Silva Esparemberger, funcionário do aterro sanitário.
Ozi da Silva Esparemberger, funcionário do aterro sanitário.
Ozi da Silva Esparemberger trabalha com o lixo há 16 anos. Atualmente, ele faz a pesagem de caminhões que entram e saem do aterro sanitário de São Leopoldo, onde trabalha. Segundo ele, passam pelo aterro cerca de mil toneladas de lixo por dia, e boa parte não é separada da forma correta antes de chegar lá. Também trabalhou em uma cooperativa de reciclagem por dois anos. Depois, foi responsável pela drenagem e cobertura do lixo e passava horas em contato com os resíduos. Agora, mais distante do lixo, Ozi ainda vê esse trabalho como algo essencial: “Se não fossemos nós, quem ia fazer esse trabalho?”, questiona.
Os canos que levam o biogás e a torre onde ele é queimado no aterro sanitário.
Os canos que levam o biogás e a torre onde ele é queimado no aterro sanitário.
Em São Leopoldo, o chorume é coletado e vai para lagoas, onde recebe as substâncias necessárias para o seu tratamento. Além do chorume, o lixo decomposto produz biogás, uma mistura composta principalmente dos gases metano e carbônico. A fim de amenizar os danos provocados pelo gás, há um projeto para transformá-lo em energia útil. Segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica, a produção de energia elétrica a partir do biogás de aterros sanitários cresceu 14% em 2017. Na foto, os canos que levam o biogás e a torre onde ele é queimado.
Valmir dos Santos, porteiro do aterro sanitário.
Valmir dos Santos, porteiro do aterro sanitário.
Para Valmir dos Santos, porteiro do aterro sanitário de São Leopoldo, foi complicado suportar o cheiro do lixo e do chorume no início do trabalho. “Eu não conseguia me alimentar, depois foi passando, fui me acostumando”, conta. Segundo Valmir, o grande problema é quando chove ou venta, porque o cheiro é “quase insuportável”. Valmir controla a entrada e saída de caminhões do aterro, que vêm de 60 municípios do Rio Grande do Sul.
Caminhão chegando no aterro sanitário com um colchão.
Caminhão chegando no aterro sanitário com um colchão.
Segundo o Índice de Sustentabilidade da Limpeza Urbana, 88,5% do lixo é destinado de maneira correta na região Sul do país. Na foto, um caminhão trazendo diversos resíduos, entre eles um colchão, para o aterro sanitário de São Leopoldo, que é autorizado a aceitar apenas resíduos de classe dois, ou seja, resultantes da atividade doméstica e comercial dos centros urbanos. Os trabalhadores estão acostumados a ver esse tipo de situação.
Esteira onde o lixo que chega à Usina de Tratamento de Lixo de Estrela é separado.
Esteira onde o lixo que chega à Usina de Tratamento de Lixo de Estrela é separado.
O lixo que chega para ser separado na Usina de Tratamento de Lixo (UTL) de Estrela é colocado em esteiras. O material passa pela esteira, e os primeiros da linha abrem as sacolas. Cada um separa e larga o material dentro de um dos bags. Cada tipo de produto vai dentro de um bag diferente e cada funcionário seleciona um tipo de material. Após a separação, o lixo vai para a prensa, onde é prensado para depois ir a leilão. “Sabe o que deveria acontecer? Cada munícipe deveria vir um dia aqui na beira da esteira e ficar aqui. Aí eles iriam pensar muito bem e valorizar”, defende José Sulzbach, coordenador da UTL.
Valmi Maria Gregory, funcionária da Usina de Tratamento de Lixo de Estrela.
Valmi Maria Gregory, funcionária da Usina de Tratamento de Lixo de Estrela.
Valmi Maria Gregory trabalha na UTL de Estrela há 16 anos e pretende se aposentar lá. “Eu adoro meu serviço”, ressalta. Os problemas mais recorrentes de descarte inadequado são seringas e animais mortos. A coisa mais inusitada que já encontrou na UTL foi um útero humano. “Tivemos que parar um tempo para eles verificarem. Aquela foi a coisa mais chocante que teve.” Para ela, o trabalho de recolhimento e separação do lixo é de extrema importância para a sociedade, bem como o de reciclagem, pois torna os materiais úteis novamente ao transformá-los em outras matérias-primas.
Blocos de lixo reciclável composto por cadeiras, garrafas e outros resíduos.
Blocos de lixo reciclável composto por cadeiras, garrafas e outros resíduos.
Os lixos chegam à UTL divididos em secos e orgânicos. Os materiais secos são classificados, separados e prensados em grupos, tornando-se fardos de materiais recicláveis. Esses fardos são leiloados pela Prefeitura para empresas. Os leilões ocorrem trimestralmente. Após serem adquiridos, os materiais são reutilizados. Entre os produtos procurados estão PET, PVC, shampoo, vinagre, plásticos, papelão, jornais, latas e diversos outros materiais.
Material veterinário descartado de maneira irregular na Usina de Tratamento de Lixo de Estrela.
Material veterinário descartado de maneira irregular na Usina de Tratamento de Lixo de Estrela.
Agulhas, seringas e até mesmo materiais veterinários são comumente descartados de maneira inadequada na UTL. “Imagina tu meter a mão nisso aqui, qual é a luva que vai resistir? E muitas e muitas vezes já aconteceu de pessoas ficarem com uma agulha atolada na mão, aí tu tem que sair correndo para fazer exames para lá e para cá”, lamenta Sulzbach. Esses problemas, além de colocarem em risco a saúde dos trabalhadores, acabam tornando-se imensos gastos para os municípios, que poderiam ser evitados com o descarte correto pela população.
Urubus repousam no topo da célula de rejeitos, à procura de restos para se alimentarem.
Urubus repousam no topo da célula de rejeitos, à procura de restos para se alimentarem.
Urubus repousam no topo da célula de rejeitos, à procura de restos para se alimentarem. Os rejeitos, lixos secos que não são aproveitados após a separação, são depositados no solo e aterrados. As células, colocadas sobre geomantas, são fechadas e cobertas com terra e vegetação baixa, como gramíneas, e não podem nunca mais ser abertas. Em seguida, novas células com geomantas são preparadas. A UTL de Estrela é um aterro controlado, onde os rejeitos são cobertos com camadas de terra e pedra.

Coletivo .JFG — Fernanda Polo, Giovanna Parise e Júlia Ozorio


Um cartaz do Sistema Único de Saúde (SUS) na parede de um estabelecimento de saúde.
Um cartaz do Sistema Único de Saúde (SUS) na parede de um estabelecimento de saúde.
Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Dados sobre a capital e o interior evidenciam diferenças na qualidade do Sistema Único de Saúde nos municípios gaúchos

Apesar de ser um dos mais modernos serviços públicos de saúde do mundo, de acordo com o Banco Mundial, o Sistema Único de Saúde (SUS) ainda enfrenta muitos problemas e é constantemente criticado pela população. No entanto, será o SUS realmente um serviço de má qualidade?

Atualmente, há uma polarização entre pessoas que consideram o serviço bom e pessoas que o consideram ruim — geralmente moradores de cidades pequenas e grandes, respectivamente. Nesse sentido, seria o atendimento do SUS melhor no interior do que na capital? …


Segundo estudo feito em 2018 pelo canal Sexy Hot, 22 milhões de brasileiros assumem consumir pornografia. Em uma fotorreportagem, duas atrizes, um ator pornô e o dono de uma locadora de filmes adultos contam a realidade de quem trabalha no ramo, bem como suas vivências e opiniões acerca da desigualdade de gênero na indústria pornográfica.

Reportagem: Luísa Santini/Sextante

Fotos: Fernanda Polo e Júlia Ozorio

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A locadora Zil Vídeo é especializada em conteúdos pornográficos e fica localizada na avenida Osvaldo Aranha, em Porto Alegre. Foto: Fernanda Polo
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O seu acervo é diverso e ocupa três andares, abrangendo conteúdo gay, hétero e até mesmo de zoofilia. Foto: Júlia Ozorio
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Hilton Zilberknop é dono da Zil Vídeo há mais de 30 anos. Segundo o mesmo estudo do canal Sexy Hot, os homens totalizam 76% dos consumidores brasileiros de pornografia. Foto: Fernanda Polo
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O streaming de vídeo adulto responde por cerca de 27% dos serviços de vídeo, de acordo com relatório do The Shift Project. Pedro*, 26 anos, é professor de Biologia e, nas horas vagas, faz performances ao vivo, com frequência semanal. Foto: Júlia Ozorio
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Um estudo publicado no periódico Porn Studies revelou que 52% dos entrevistados homens começaram a usar pornografia para masturbação com 13 anos. Foto: Júlia Ozorio
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No entanto, a pornografia tradicional parece estar cedendo espaço para conteúdos alternativos e experimentais, como o pornô feminista. Produzido por e para mulheres, essa vertente pretende mostrar relações menos estereotipadas e mais próximas do real. Foto: Júlia Ozorio
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Nick Fox, 23 anos, trabalha à noite como bartender e fez seu primeiro filme pornô neste ano. Ela também atua como camgirl quando não está filmando em produtoras. Foto: Júlia Ozorio
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A atriz chama a atenção para a criação de estereótipos femininos e masculinos no pornô. Além disso, para Nick, a desigualdade de gênero aparece também fora do set de filmagem: ela sente que atores e atrizes são tratados de formas diferentes pelas pessoas. Foto: Fernanda Polo
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Nick acredita que a inferiorização da mulher no pornô também se reflete na infantilização dos corpos femininos. Foto: Fernanda Polo
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Júlia* atua como atriz pornô e camgirl. No entanto, ela não enxerga essas desigualdades de gênero em conteúdos pornográficos. Para Júlia, todo desejo e todo fetiche são aceitáveis, desde que haja consentimento entre as partes. Foto: Fernanda Polo

*Os nomes foram trocados para preservar a identidade das fontes.


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Pastel de nata, doce português vendido pela Amo-te Lisboa. Foto: Fernanda Polo

Você sabia que é possível encontrar um pedacinho de Portugal em Porto Alegre? A doceria portuguesa Amo-te Lisboa, localizada na Galeria Moinhos de Vento, no Bom Fim, realiza mensalmente o evento Amo-te Fados de Lisboa, com doces típicos e apresentações de fado.

Durante uma noite por mês, a festa reúne apreciadores da cultura portuguesa, que se sentem como se estivessem no país lusitano.

Confira a matéria completa:


Em um ensaio fotojornalístico, a família Polo mostra a rotina de produção na Castelloni, empresa familiar de massas frescas

As empresas familiares podem ser consideradas a espinha dorsal da economia brasileira. Segundo dados do IBGE e do Sebrae, 90% das empresas brasileiras são empreendimentos desse tipo. As empresas familiares geram cerca de 65% do PIB brasileiro e empregam 75% da força de trabalho do país.

A família Polo é responsável pela Castelloni, um desses empreendimentos. A empresa se localiza no município de Estrela (RS) e produz massas frescas. Caren e Polo são os proprietários da Castelloni e trabalham diretamente na produção, aliando o sustento à tradição familiar italiana.

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Caren é a responsável pela produção de massas frescas na Castelloni, empresa familiar de Estrela (RS) da qual é proprietária. Foto: Fernanda Polo
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Depois de passar pelo processo de batimento e de extrusão, as massas frescas são colocadas em mesas. Foto: Fernanda Polo
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É importante que as massas sejam espalhadas para que ocorra a secagem antes do embalo, evitando o grude e uma possível fermentação. Foto: Fernanda Polo
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Polo também é proprietário da Castelloni. Ele realiza as entregas dos pedidos, enquanto sua esposa cuida da produção das massas. Foto: Fernanda Polo
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Descendente de italiano, Polo sempre foi acostumado a fazer massas frescas em casa. Foto: Fernanda Polo
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Depois da secagem rápida, as massas são embaladas e estão prontas para a entrega. Foto: Fernanda Polo
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A massa tagliarini é um dos três tipos de massas frescas produzidas pela Castelloni e é a preferida dos descendentes alemães da região. Foto: Fernanda Polo
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Já o macarrão é uma das principais escolhas na região italiana da serra gaúcha. Foto: Fernanda Polo
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A massa mais vendida é o spaghetti, adorada também pelos descendentes de italianos. Foto: Fernanda Polo
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Caren e Polo são a essência desta empresa familiar. A família Polo é apaixonada por massas e pela boa gastronomia e acredita que este é um dos elementos capazes de unir uma família. Foto: Fernanda Polo


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Ilustração: Beatriz Carvalho/@biando.jpg

A série radiofônica “Quem tem medo da arte?”, produzida pelas alunas de Radiojornalismo II da UFRGS, busca analisar episódios recentes de repressão à liberdade de expressão no meio artístico brasileiro e entender quais são os motivos por trás dessa censura.

No primeiro episódio da série, conversamos com os jornalistas responsáveis pelo Observatório de Censura à Arte e com artistas que tiveram suas obras censuradas em exposições como “Queermuseu: Cartografias da Diferença na Arte Brasileira” e “O Riso é Risco: Independência em Risco”.

Já no segundo episódio, resgatamos o contexto histórico da censura no Brasil, abordando o Estado Novo de Getúlio Vargas e o golpe civil-militar de 1964, além de buscar uma resposta à pergunta: quem tem medo da arte?

A série pode ser ouvida no Spotify ou pelo player abaixo:


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Arte: Ravena Mallmann

O curta-metragem “Cabeça de Papel” foi produzido em 2018 para a disciplina de Mídias Audiovisuais da Fabico/UFRGS e conta com a direção de Ravena Mallmann e montagem de Fernanda Polo. O filme mostra a aflição de Cláudio enquanto aguarda o resultado do alistamento militar, algo que o aterroriza profundamente.

A produção também foi selecionada para participar da Mostra Alternativa do 18º Festival de Cinema Estudantil de Guaíba, ocorrido em novembro de 2019.

Sinopse: A chegada dos 18 anos é esperada por muitos jovens, mas Cláudio é uma exceção entre eles. Ele só consegue pensar se será ou não chamado para servir ao exército, algo que o aterroriza profundamente. Filho de militar, Cláudio está decidido que não quer viver a mesma vida do seu falecido pai.

Assista ao curta-metragem:


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Foto: Fernanda Polo

Durante 28 anos, um muro dividiu a Alemanha ao meio. O muro de Berlim foi mundialmente conhecido por dividir a República Democrática Alemã (oriental) e a República Federal da Alemanha (ocidental). A barreira física representava, acima de tudo, a cisão entre Alemanha socialista e capitalista e era o reflexo do mundo polarizado da Guerra Fria e pós Segunda Guerra Mundial.

A saída de quase 3 milhões de pessoas da Alemanha oriental e socialista para Berlim Ocidental é o que motivou a construção do muro, que só deixaria de existir em 1989, em um dos eventos históricos contemporâneos mais lembrados. …

About

Fernanda Polo

Gaúcha apaixonada por Portugal, estudante de Jornalismo na UFRGS e viciada no Instagram. Amante da escrita.

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