#Crônica

Quando o conheci no sétimo ano era conhecido como menino Teixeira, e qualquer coisa que acontecia na sala já falavam pro professor “Foi Texeira”, na época ele já tinha sido reprovado uma vez e por ser mais velho que a maioria da sala e fazer karatê queria ser o machão da turma, mas no final até que era gente boa. No oitavo ano ele saiu da escola e eu já não mantive mais contato com ele, nesse mesmo oitavo ano eu reprovei e as chances de revelo na mesma sala que eu de novo era praticamente nenhuma. Mas quem diria que no primeiro ano do ensino médio ele estaria na mesma sala que eu de novo, no começo não nos falavamos direito, apenas mais ou menos no meio do ano que começamos a nos falar e no final do ano que começamos a ser amigos de verdade. Dois anos se passaram e a amizade só vem crescendo, mas vim mesmo falar o quanto eu me ORGULHO desse garoto que como ele mesmo diz vem evoluindo na vida, me ensina JN!