O assessor pode ou não "ser tiete” do seu convidado para uma pauta?

Há um ano executamos uma ação bem legal para a equipe Hot Car Competições, na Stock Car. Levamos o ginasta e medalhista olímpico Arthur Zanetti aos boxes do time, como convidado especial para a Corrida do Milhão de 2016, realizada em Interlagos (SP). O atleta pode ver de perto os bastidores e conhecer o funcionamento de uma equipe. Era a primeira vez dele na Stock Car, e apaixonado por automobilismo e velocidade, Zanetti curtiu muito a oportunidade. (Relembre como foi a nossa saga para conseguir levá-lo clicando aqui)

Na ocasião, eu e a Fernanda Gonçalves tivemos a oportunidade de registrar esse momento com alguns cliques ao lado do Arthur Zanetti, que por sinal, desde o começo dos contatos sempre foi muito simpático e educado conosco.

Fernanda Gonçalves, Arthur Zenetti e Beatriz de Paula (da esquerda para a direita)

E aí vem a pergunta: o assessor pode tietar seu convidado? Eu particularmente não gosto muito de fazer isso, e sempre procuro separar as coisas. Mas, aprendi que tudo tem seu momento. E, digo mais, acredito que se a pauta rolou, o job foi entregue, você (assessor) tem admiração por aquela pessoa, e para completar o convidado em questão é simpático, não há motivo para não registrar o momento e até comemorar o resultado e o sucesso da ação/pauta.

Mas o mais importante, a meu ver, é o respeito. Saber respeitar o momento adequado, o convidado e saber se ele dá liberdade para isso. Há pessoas — famosas ou não — que simplesmente não gostam de se expor. Algumas personalidades não gostam desse assédio, e atendem fãs e imprensa, mas evitam muita tietagem.

Também acho que como assessor de imprensa não é legal interromper o convidado / personalidade do que ele estiver fazendo, só para uma foto ou um autógrafo. Mas, de novo reforço a questão que “tudo tem seu tempo” e se oportunidade surgir, não vejo mal algum. E vocês o que acham?

Beatriz de Paula

Assessora de Imprensa na FGCom

www.fgcom.com.br

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