Sobre sussurros no peito e compromissos firmados.

Há alguns anos eu dedicava muito do meu tempo à escrita. Gostava de criar contos e até cheguei a pensar que um dia teria um livro impresso na minha estante amarela. Sonhos infantis que a gente vai deixando de lado por tomar pequenas escolhas que nunca nos levam exatamente aonde queremos, mas que nos dão a sensação de estarmos caminhando para lá, afinal de contas, como sabemos, existem possibilidades que não estão ao alcance de todos, não?

Me deparei com essa ferramenta após ver as publicações do Thiago Loreto e logo despertou em mim aquele foguinho de costurar palavras numa teia de loucurinhas que sempre dançam na minha cabeça. Não vou negar que é algo que já tem murmurado dentro de mim há algum tempo, mas como sempre, barreiras e mais barreiras estão sempre sendo construídas (muitas vezes por mim) entre mim e as coisas que quero.

Vou me empurrar e tentar falar sobre qualquer coisa sempre que essa coisa se apresentar na parte clarinha das ideias. Sempre que fizer aquele barulhinho. Não há mais tempo a ser perdido em relação a nada e não é porque ainda estou protegido pela armadura dos vinte anos que isso pode ser desculpa pro marasmo, não?

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