referências

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Onde escrevo: https://revista-a.org/ e cagueipraintencaodoartista.wordpress.com

Tenho 28 anos, nasci e vivi no Rio de Janeiro, moro atualmente no Centro.

Considero excelentes roteiristas:

John Cassavetes, Eduardo Coutinho, Ethan Coen, Paul Schrader, Emeric Pressburger, Rogério Sganzerla, Billy Wilder, Pedro Almodóvar, Jonathan Nolan, Alexander Payne, Tracy Letts, Tina Fey, Michael Mann, Glauber Rocha, Michael Cimino, Ingmar Bergman, Pier Paolo Pasolini, Lena Dunham, Ernest Lehman, Louis C.K., John Carpenter, Richard Linklater, Orson Welles.

Considero excelentes roteiros: Garotos Incríveis (2000, Steve Kloves), Terra em Transe (1967, Glauber Rocha), Uma Mulher Sob Influência (1974, John Cassavetes), Vício Frenético (1992, Zöe Lund e Abel Ferrara), Cidade dos Sonhos (2002, David Lynch), Que Horas Ela Volta? (2015, Anna Muylaert), Boyhood (2015, Richard Linklater), O Abutre (2014, Dan Gilroy), O Silêncio dos Inocentes (1991, Ted Tally), A Marca da Maldade (1958, Orson Welles), Vênus Loira (1932, Juler Furtman, S.K. Lauren), Narciso Negro (1947, Emeric Pressburger), O Bandido da Luz-Vermelha (1967, Rogério Sganzerla), Fogo Contra Fogo (1995, Michael Mann), O Ritual dos Sádicos (1970, Rubens F. Lucchetti), Alma Corsária (1993, Carlos Reichenbach), Mommy (2014, Xavier Dolan), 8 1/2 (Federico Fellini e Tonino Guerra), Dois dias, uma noite ( 2014, Jean-Pierre Dardenne e Luc Dardenne), O Grande Truque (2006, Christopher Nolan e Jonathan Nolan), Crepúsculo de Tóquio (1957, Kôgo Noda e Yasujiro Ozu), Rastros de Ódio (1956, Frank S. Nugent).

Versos preferidos de poesia:

“A noite se ergue comercial /Nas constelações da avenida” Ferreira Gullar

“Por uma fatalidade/ Dessas que descem de além/ O século que viu Colombo / Viu Gutenberg também” Castro Alves

“o seu sorriso se veste /de um relâmpago triste” Nicolás Guillén

“Uma onda que guardasse/na praia cama, finita/ a natureza sem fim/do mar de que participa” João Cabral de Melo Neto

“Eu só quero o que existe/ por isso erijo esse sonho” Adélia Prado

“Quero fazer contigo o que a primavera faz com as cerejeiras” Pablo Neruda

“Você não serve, você não serve/ Não serve mais, sapato negro/ Em que eu vivi como um pé/ Por trinta anos” Sylvia Plath

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