Vale a pena investir em previdência privada?

Photo by Vitolda Klein on Unsplash

Quem não investe em previdência privada porque acha que rende pouco, precisa atualizar o seu conhecimento sobre o assunto.

Desde a reforma da previdência, ocorrida no final de 2019, o mercado financeiro brasileiro, inclusive os grandes bancos, modernizaram as suas plataformas para oferecer produtos mais eficientes em custos e estratégias.

Ou seja, se você procurar hoje por bons investimentos em previdência, eu tenho certeza de que irá encontrar diversas alternativas interessantes.

E por que todo mundo deveria ter pelo menos um investimento em previdência?

Eu vou começar essa resposta pelo cenário mais óbvio, que é o caso dos profissionais assalariados que têm o benefício da previdência patrocinada pela empresa.

Durante o processo de acumulação do patrimônio, e principalmente no começo, ou seja, para valores acumulados abaixo de R$ 500 mil, o valor investido mensalmente terá um peso muito maior do que os rendimentos da aplicação: um rendimento incrível sobre pouco dinheiro, trará um baixo resultado.

E digo mais: não existe nenhum produto disponível no mercado, por melhor que ele seja, que traga um resultado maior do que essa ajuda no valor da contribuição mensal.

Por isso, se você tem o benefício da previdência privada patrocinada oferecido pela empresa, contrate agora! (ou o mais rápido possível)

O segundo ponto importante deste produto é o benefício tributário, tanto no processo de recebimento quanto no processo de sucessão. Durante o período de acumulação, todo profissional que tem uma renda tributável superior a R$ 10 mil mensais, pode abater até 12% do imposto de renda pago anualmente, independente do formato de declaração atual.

Se, durante esses anos que você recebe esse benefício tributário, ao invés de gastar esse dinheiro você reinvestir em uma aplicação que renda igual ou mais que a sua previdência privada atual, então você já terá mais resultados do que não ter o produto.

Por fim, no caso do VGBL, a previdência privada não entra em inventário e, com isso, não sofre a tributação do ITCMD, que em alguns Estados pode chegar a 6%.

E, tanto o PGBL quanto o VGBL podem apresentar cobertura de risco, ou seja, o valor acumulado pode abater os valores mínimos recomendados para a sua cobertura de seguro de invalidez, morte e doenças graves.

Depois de tantos benefícios apresentados, acho difícil sustentar um argumento contra a previdência privada… Me conta nos comentários: você já tem um plano de previdência privada contratado?

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Thabata Abreu

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