Transar: o pecado de Ingrid
Gabriel Barreira
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Gabriel, você abordou o tema do ponto de vista da mulher em relação ao mundo. Entendo e respeito, porém, o que estava em cheque era o comportamento da atleta em relação a equipe.

Não, não estou falando sobre o prazer que ela sentiria com seu próprio corpo, estou falando de uma noite de sono perdida, por parte de sua companheira de salto, que já estava repousando e teria que se retirar do quarto para deixar sua colega a vontade, estando as vésperas da competição.

Ela não foi repreendida por querer transar e sim por desrespeitar o espaço do outro. Sabe aquela história de que “o direito de cada um termina quando começa o direito o do outro”? Acho que se aplica perfeitamente.

O foco da questão é desportivo e não sexual.

Um abraço!