Um breve (e superficial) sobre relacionamentos
A Esmo
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Muito bom o seu texto. Acho que comentaria um monte. Mas é melhor, um dia eu escrever algo sobre o que penso e citar que seu texto foi o motivador da minha reflexão. É isso mesmo, seu texto me coloca para refletir sobre um monte de cosias, mesmo concordando.

Mas, vou comentar sobre um pedaço que marquei:

… Poliamor que nos é apresentado (a maioria que chegou ao meu conhecimento, pelo menos). A composição de um homem e mais de uma mulher, deixa uma pequena pulga que insiste em ficar atrás da minha orelha. …

A primeira vez que tive um vislumbre da possibilidade de relações poliafetivas (não teve esse nome), aparecia como “triângulo amoroso” foi na literatura, casos “clássicos” como “Tristão e Isolda” e, na mesma linha “Artur, Guinevere e Lancelote”.

Nesse último existe as “vias de fato” do poliamor no filme “Lancelot, o Primeiro Cavaleiro”, mas posso estar me confundindo com outro, teria que assistir novamente.

Mas em outra obra do cinema, inspirada em fatos reais, “Eu, Tu, Eles”.

Pode ser que, atualmente, o discurso das relações poliafetivas esteja centrada no homem (falocentrismo). Mas não tenho acompanhado reportagens fora de alguns poucos blogs e textos aqui no Medium.

Isso só mostra que nós, humanos (Homo sapines), somos mais próximos no constructo social a chimpanzés comuns (Pan troglodytes) que a bonobos (Pan paniscus).

Vejo evolução das espécies como algo separado de evolução das relações sociais entre indivíduos de uma mesma espécie. Mas, espero que nossa evolução social, nos leve para uma sociedade mais similar aos bonobos que aos chimpanzés comuns.