RockStory terminou depois de uma jornada que eu considero irrepreensível.
Andries Viljoen
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Olá Andries, muito obrigado por compartilhar sua visão! Vale lembrar que minha crítica nunca foi à produção da novela. Como não sou muito noveleiro, tenho pouco material para tecer uma opinião responsãvel sobre qualquer novela.

O que me incomodou em todo o instante foi a falta de ousadia ao falar sobre o rock. Como era o tema central do folhetim, senti que o ritmo ficou meio reduzido a um joguete de imprensa marrom (jornais e programas de fofocas).

Filmes que abordam o ritmo são geralmente mais fortes e até violentos, pois de certa forma, o rock é isso. Como cantava Tom Zé: “o amor é rock”, justamente por não ser bonito ou agradável.

Se fosse “Pop Story” ou “Love Story”, minhas expectativas seriam outras, sem dúvida, mas como escolheram o rock como tema central, esperava que o ritmo fosse abordado de maneira mais incômoda e menos “Malhação”.

Isso, é claro, tem tudo a ver com a faixa das 19h, mas talvez fosse mais interessante abordar o rock em outro horário, como o das 23h, de “Os Dias Eram Assim”, por permitir um pouco mais de ousadia.

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