Ano passado eu morri, mas esse não eu não morro.

Tô que nem o Belchior. De bigode, um sujeito de sorte. Não tem mais remédio, falta de ar ou tosse. Me sinto são e salvo e forte. Bem, não tão forte. Ainda falta recuperar uns 8kgs. A ideia é reposicionar tudo, não no mesmo lugar de antes. Perder uma parte da barriga nessa história toda tá na parte da sorte.

De fato, Deus é Brasileiro e andou do meu lado. Até deu uma ajuda pro Fluminense. O meu sofrimento e as derrotas ficaram no ano passado.

Não sangrei demais, mas chorei pra cachorro.

Ano passado eu morri, mas esse ano eu não morro.

2017 eu tô novo.

Agora, respiro fundo e vou.

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