Um dia dei pra achar que sabia escrever…

Foi num dia desses… Meio sem sentido. Não lembro se fazia sol, nem se eu estava sorrindo. Creio que algo doía, essa sempre foi a maior inspiração. Eu sei que comecei a escrever, palavra por palavra, uma atrás da outra… E quando eu vi, puft! Um primeiro texto e um alívio.

Alívio… Sentimento estranho. Mas que seguidamente se repetiu, texto após texto, linha após linha, palavra após palavra e foi aí que me dei conta: “Ih, não é que talvez eu saiba mesmo fazer dessa coisa que falam que é escrever?”

E chorei nas linhas, sorri também… Gritei, comemorei, refleti… Falei de sentimentos, pessoas, política (e olha que eu provavelmente sei quase nada de cada um desses assuntos).

Dancei entrelinhas — entre as linhas — e amei como jamais pude amar. Eternizei momentos, desabei e desabafei muitos outros.

E agora eu to aqui… Escrevendo sem saber pra onde eu vou, só pra dizer que voltei, que vou aparecer aqui vez ou outra, pra dividir aquilo que penso, sinto ou que simplesmente quer sair correndo dos meus dedos para alguma página (online ou impressa).

Um dia eu dei de achar que sabia escrever, e mesmo sem ser expert em língua portuguesa ou gramática, escrevi… escrevi e escrevi e quando vi já era mais escrita que pessoa. (E se posso dizer algo: Agradeço imensamente por isso).

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