O raciocínio ilógico de hoje

fonte: shutterstock

Hoje o que ocorre é a imposição de ideias pelo choque social. Vejo como uma libertinagem irracional e sem um pingo de conhecimento. O que vemos nessa sociedade é o escrache, o enfrentamento, a rebeldia ao invés do diálogo. Mentes pequenas usam a forma de chocar o outro para se expressar ao invés de construir um raciocínio lógico e coerente com razões e soluções pertinentes. É um diálogo burro, onde só existe a imposição de idéias e não pode existir respeito.

Onde não se respeita o outro não se respeita a si mesmo. E o pior é que as pessoas não percebem isso.

Mas se tentamos aplicar a lógica racional para explicar as noções sociais de ritos e demais coisas, somos trucidados e caluniados por pessoas de mente pequena. Deve-se enxergar o todo e não a parcela, deve-se entender o outro e não somente a si, deve-se agir com raciocínio lógico e não com a razão coletiva pobre. A coletividade não pensa, só replica radicalizações impensadas. Esta geração está sendo construída e mantida por meio de rebeldes sem noção da causa que defendem. Conhecem a metade e acham que sabem o todo, veem o seu lado, mas não se colocam no outro lado. Não precisa nem se colocar no outro lado, mas simplesmente pensar nas razões do outro.

É uma sociedade aflitiva por atos rebeldes, há a luta, mas não sabem pelo que lutam. Dizem que são feministas, esquerdistas, mas ficam se esfregando nos homens e dizendo que é liberdade de expressão, sendo que é mais machismo do que expressão feminista. Dizem-se lutar pelo direito social, mas ganham salários muito maiores do que os nossos, usam iphone e rolex.

Estamos vivendo numa sociedade com mentes pequenas, que leem só o cabeçalho e acham que entenderam a notícia. Não há diálogo e sim imposição. Quebram as leis, a moral, a ética com o discurso raso de que seria para o bem comum, sendo que na verdade é por simples necessidade de exposição pessoal.

Estamos vivendo tempos irracionais, de intolerância congênita. Mediada pelo desprazer na vida plena. Uma cegueira coletiva. Guiados pelas mãos dos que acham que sabem alguma coisa, mas, que na verdade não sabem nada.

Lutam contra si mesmos e “Não sabem de nada inocentes…”

One clap, two clap, three clap, forty?

By clapping more or less, you can signal to us which stories really stand out.