Todo pensamento merece um blog?

Todo pensamento merece ser blogado?

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No começo do século era esse o pensamento que reinava na internet. As capas das revistas focadas no publico adolescente estampavam a grande novidade da internet. Ninguém entendia muito bem o que era aquilo que revolucionaria a comunicação de toda uma década.

Os blogs gratuitos e de fácil manuseio chegaram no começo dos anos dois mil e com um argumento muito forte. Ali naquela plataforma, qualquer pessoa com acesso a internet e um pouco de boa vontade conseguiria publicar quantos textos quisesse, quantas vezes quisesse, e para o maior número de pessoas que conseguisse. Além de textos, fotos e vídeos poderiam ser publicados também.

Pela primeira vez pessoas que tinham muito a dizer, porém não tinham espaço, puderam ter e dar voz a coisas relevantes sem depender de algum grande veículo.

Vocês ja pensaram o quão genial isso parecia para as pessoas que viveram aquela época do surgimento dessas plataformas? Afinal, quantas plataformas temos? Em todas eu tenho que pagar para acessa-las? Essas e outras dúvidas vão ser esclarecidas aqui numa série de textos envolvendo o universo dos blogs e das redes sociais.

Mas vou encerrar o post perguntando a vocês, amigos leitores(as). Em tempos de Facebook, Instagram, Twitter e Snapchat, ainda existe espaço para os pensamentos compartilhados em textos mais longos e elaborados na internet, ou os blogs realmente só fazem parte da camada dos “tiozões” da web?