Não estou mais feliz

que outrora, esta obrigação

moderno, nem sei se o que

mais me consome agora —

a tristeza que serve-me de abrigo

ou o delírio do constante

sorriso. Sejamos festivos, então.

É o que querem. E depois de uns anos,

amadurecida a ideia, corta os pulsos

e deixa escorrer para o vaso

teu sangue

impróprio.

FMF

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