Mata

A noite caia.

Acenderam uma fogueira.

Notaram grandes ratos os rodeando. Guinchavam sem parar.

Pousaram corujas. De olhos afiados, antevendo mais um vôo.

Lebres se juntaram. Saltaram sobre a mata rasteira.

E era o fogo a afastar o círculo das bestas silvestres.

A noite seguia.

As árvores estavam viva: Morcegos e suas asas; serpentes desciam os troncos.

A mata se mexia. Sacudia.

E os sapos num solene adágio quando as onças chegaram.

A fogueira arderia poucas horas além.

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