SAP Gateway Zero-to-Hero — Pt.3
Erick Carvalho
1723

Uma breve história daqui da Firma:

Ouviram que Agile seria a solução dos problemas de desenvolvimento, quando estávamos nos achando com metodologia ágil, chega o DevOps.

Fizemos o primeiro projeto piloto de DevOps e foi um "sucesso". Mas foi como ter parido a criança no fórceps. Mesmíssimo processo, mas com todos na sala e um batendo chicote no outro.

Daí começamos a pensar (eu e meu colega) como endereçar isso. Isso está errado! DevOps sem automação de teste? Sem deploy automático? Subindo o monolito inteiro de uma só vez!? Acho que não.

Mas há males que vêm para bem. Esse "sucesso" me ajudou a convencer esse meu colega de usar TDD e pensar em serviços. Hoje estamos empenhados em rescrever uma aplicação (shhh! Estamos fazendo isso no modo pirata, pois quem seria louco de nos deixar rescrever uma aplicação que já está em produção?! Não na Firma.), usando TDD e quebrando em mais de uma classe.

O objetivo todo disso é começar a entender melhor como as nossas aplicações SAP poderiam ser melhor escritas usando melhores práticas de Orientação a Objetos (sim, ele descobriu o SOLID e agora boto fé!). Daí melhor testadas automaticamente, daí começar a fazer CD/CI e daí pensar em DevOps. Como quase tudo na Firma (e em quase todas as grandes firmas) começamos primeiro com a buzzword e esquecemos de todas as outras sopas de letrinhas até chegar lá.

Você mesmo, já publicou 3 textos somente somente para dar a base! E sei que vem mais pela frente, somente para "arranhar a superfície" do assunto.

Esse mundo precisa de mais fundamentos!

Muito boa série, mas cadê a quarta parte!? Acabei de ler e a terceira e ainda estou no meio do meu plantão do go-live!

Like what you read? Give Flávio Furlan a round of applause.

From a quick cheer to a standing ovation, clap to show how much you enjoyed this story.