Talvez o inferno seja o cais

Eu estava assistindo “Like Crazy” e comecei a pensar em todas as pessoas que conheci, não muitas nesse sentido, e como cada uma me marcou – você inclusive, mas esse texto não é pra você, é para todos os que vieram antes e todos os que vieram depois, talvez para alguém que ainda não veio.

Eu sempre fui muito minha, mas eu sempre fui dos paradoxos do coração e sempre me doei até mais do que deveria. Eu nunca tive medo de nada – só uma vez e foi em relação a um sentimento que me transformou de corpo e alma. Porque eu não sei viver de outra maneira. Eu não sei – às vezes, muitas vezes, infelizmente.

Eu amei uma vez. E eu amei da maneira mais torta que se pode amar, mas eu amei e por vezes, ainda amo, de uma maneira que me orgulha. Mas ainda me pergunto se eu sei realmente lidar com a paz.

Eu tenho um sangue tsunami, uma alma incansável, um coração persistente, Vênus em Áries e qualquer outra desculpa para explicar uma só coisa – talvez eu ame tanto que eu morra só por causa disso.

C.S Lewis disse que o único lugar onde podemos nos livrar das tristezas do amor é no inferno.

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