23 anos e vários infinitos

É como se sentir parte de tudo e isso além de paz, te preenche do agora, do capaz de pertencer á tudo que existe naquele momento. Uma sensação de poder rodar, rodar e não perder o equilíbrio. E mesmo se parar, não se sentir tonto mas se sentir presente.

Poder cantar a música favorita que te pega de surpresa em uma pista de balada, mesmo sendo amaçada no show da sua melhor banda, em um carro indo para praia ou pulando as ondas em algum primeiro de Janeiro. É, quantas foram as ondas que mergulhei, deixei chegar aos meus pés ou preferi ir correndo em direção a elas.

O se sentir completo pra mim foi então em todos os momentos que fui plenamente feliz e então compreendi que foram os que vivi verdadeiramente o presente. Até as lágrimas que caíram em circunstâncias que achei que não passariam, se passou e de alguma forma soube rir e chorar no tempo certo.

Sabe, o universo está aí lotado de estrelas ou um céu azul anil brilhando cheio de desconhecido que pode mudar de cor e se cobrir de nuvens e nos dar o direito de poder contemplar os seus inúmeros tons de cores. Olhar e ver que existe uma força que te faz voar se quiser, porém também te faz ter os dois pés nos chão.

Te faz sentir que a terra, o asfalto que piso com meu tênis todo detonado me faz lembrar que antes de mais nada é preciso ser e estar.

Perdoar, amar e agradecer não me faz somente ter dias de paz em meio ao caos mas me torna infinito por escolher viver.

One clap, two clap, three clap, forty?

By clapping more or less, you can signal to us which stories really stand out.