A vida como ela pode (e vai) ser

Olá! Meu nome é Gabriela, tenho 22 anos e acho que devo começar dizendo que eu amo comunicação, mas que nem sempre isso foi o meu forte. Justamente por esse motivo foi que me apeguei tanto à escrita. Mas, não é hora de falar disso.

Moro em São Bernardo do Campo desde 2015, vim para cursar Jornalismo na Metodista, porque na minha cidade (Taubaté, interior de SP) todas as pessoas que querem fazer jornalismo têm essa faculdade como referência. Eu moro em uma república, estudo, já estagiei, como mencionei no currículo e dia após dia busco oportunidades de me tornar uma grande profissional.

Minha maior conquista até então foi ter mudado completamente minha vida já tão nova. Na verdade, minha vida passou por várias mudanças. Eu não fui uma criança cujos pais tinham dinheiro pra comprar shampoo J&J, mas eu vi que eles batalharam tanto ao longo da vida pra me dar boas oportunidades, que aos meus 19 anos eu tive a chance de morar longe da minha cidade, com aluguel e estudo bancados por eles.

Eu aprendi a conviver com pessoas diferentes de mim, legais e não tão legais assim, eu venci a timidez, eu me saí bem no meu curso, estagiei sem remuneração no primeiro ano, depois algum tempo mais tarde consegui trabalhos diferentes na área, até que o estágio finalmente chegou e pude vivenciar a rotina que eu tanto queria.

Um detalhe interessante sobre mim é que o pensamento positivo me acompanha sempre, como é possível perceber no título da carta, talvez. Não importa a situação. Chega até a ser cômico algumas vezes.

Há coisas bem pessoais que já venci, mas que não vêm ao caso porque não me rendem pontos nessa ocasião. Mas, tudo é aprendizado, certo? E a gente carrega pra vida.

Meus colegas e amigos, inclusive familiares-porque sou o que sou com todo mundo, não sei ser uma Gabriela diferente com cada um- dizem que sou uma pessoa diferente. Eu sempre fui diferente, desde o modo como eu me vestia quando criança, até meu gosto musical, até meu desejo por descobrir novos horizontes.

Sabe quando você é o diferentão da sua roda? Ou da sua família? Que vota na esquerda, que gosta de rap, que se veste como quer e não como as pessoas acham que deveria ser. E eu gosto de agir na contramão, pra provar que é perfeitamente possível ser feliz assim, e tudo bem! Não é errado.

Acreditem ou não, eu perco muito meu tempo pesquisando rotina de grandes profissionais. Sou jornalista, então grandes editores-chefes, por exemplo, me chamam muito a atenção. Quando existem vídeos no Youtube acompanhando rotina de pessoas importantes, pode saber que vou assistir.

É nisso que eu me inspiro. Quero ser uma profissional que faça a diferença, a que todos da equipe saibam que podem contar porque eu vou surpreendê-los positivamente. Fora essa gana por ser uma mulher reconhecida profissionalmente, eu gosto de ler, mas coisas relevantes, confesso que sou meio arrogante nessa questão.

Se você me dá um livro de romance água com açúcar eu posso até começar, mas sempre vou preferir aquele que fala sobre questões da juventude, manifesto comunista, a ditadura nos anos x ou mesmo uma biografia. Sou capricorniana.

Quero ser trainee J&J porque eu sou apaixonada pela história da empresa. Acredito que nenhuma outra marca cumpre tão bem o seu papel de proteção às pessoas, deixando tudo mais colorido, sabe? Os aromas e o quanto se pode lembrar de vários momentos com eles, isso poucas marcas são capazes de fazer.

Eu busco reconhecimento pra minha carreira, e a J&J é uma empresa de muito prestígio, por isso seria uma honra fazer parte da equipe e fortalecer ainda mais o nome dessa marca no mercado. São outros tempos, o mundo tem outras preocupações, e essa fase desafiadora me deixa ansiosa pra fazer parte de um time grande.

Quando eu não estiver mais nesse mundão, quero ser lembrada pelas minhas ações, e que elas tenham sido grandes! Trabalhar com garra é muito mais do que simplesmente provar pra si mesmo de que você é capaz. É também deixar sua marca no mundo, sendo significativo na vida de quem vai estar nele depois de você.

E há quanto tempo a J&J não vem fazendo isso, não é mesmo? Tantas gerações puderam se beneficiar do que a marca oferece… Quero ser uma parte disso. Uma grande parte, pra ser sincera.