RESILIÊNCIA — A chave para o sucesso pessoal

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“Ninguém baterá tão forte quanto a vida. Porém, não se trata de quão forte pode bater, se trata de quão forte pode ser atingido e continuar seguindo em frente. É assim que a vitória é conquistada.” Essa frase foi dita por Sylvester Stallone, em seu personagem no filme Rocky, quando entrou em um discussão com seu filho que não queria que seu pai lutasse por ser muito velho.

Essa frase resume muito bem o que é resiliência e porque nos cobramos e somos tão cobrados para sermos assim. Ela pode ser considerada a chave para o bem-estar, aprendizado, motivação e experiência, principalmente quando estamos inseridos em uma sociedade em que a competição parece ser fazer pauta do nosso dia a dia.

Quantas vezes temos a sensação de estarmos sozinhos? Quantas vezes sentimos que a maioria das pessoas torcem contra o nosso sucesso e exibem um sorriso amarelo de compaixão hipócrita quando vencemos?

A explicação mais clara que eu atribuo para resiliência é a seguinte: “É a capacidade que temos de sair de uma situação adversa quantas vezes necessário, porém mais fortes e experientes.”

Se já sabemos que a vida é feita de experiências e que o nosso cérebro age sempre embasado nelas para moldar as nossas atitudes, então olha o grau de importância que resiliência adquire nesse momento.

Imaginem se mergulhássemos mais e mais em nosso desafios e, a cada tombo (sim, existirão muitos), tivéssemos a capacidade de aprender e sair mais experientes deles? Não existiria mais ansiedade, angústia, medo e insegurança, pois todos esses estados emocionais estão ligados a hiper-proteção e zelo que o nosso cérebro tem conosco, afim de pouparmo-nos de uma situação que ele julga ainda não experienciada.

Mas então, como podemos nos tornar mais resilientes para sermos pessoas mais felizes e bem-sucedidas?

Primeiro: Viva os seus anseios e suas necessidades, sem medo. No começo pode ser difícil, pois somos treinados para dizer não, mas passe por essa primeira etapa quebrando paradigmas da sua existência e se perguntando: “Se der errado, o que de tão grave pode me acontecer”? — Muito provavelmente, se não estivermos lidando com uma situação de vida ou morte, a sua resposta será: “Nada de tão grave pode me acontecer”.

Segundo: Esteja sempre preparado para o insucesso e tenha um plano B em mente. Mesmo que esse plano seja recuar e estudar melhor as oportunidades e como alcançar o seu objetivo na próxima tentativa. Claro que partir para um objetivo diferente também é uma opção, uma vez que somente errando muito sabemos que estamos inovando cada vez mais.

Terceiro: Tenha em mente que, somente com experiências vividas, será possível ter sucesso. O seu cérebro jamais, repito jamais, irá fazer você se sentir bem com um desafio enquanto você não provar por A mais B que você é uma pessoa desafiadora e resiliente. Ele sempre vai tentar te poupar do fracasso, criando um ciclo imenso de “nãos”.

Quarto: Poupe-se das desculpas. Nossa mente poluída é uma artista renomada quando se diz respeito a sua capacidade de inventar desculpas. Ela tenta, a todo custo, te dar razões para você não ter feito algo. Você já enumerou quantas razões você dá a você e aos outros quando não realiza algo que queria? Seu cérebro cria uma rede totalmente coesa de “Antecipar o sofrimento” para que você sinta medo, seguido de um vasto dicionário de desculpas para que você se sinta confortável e tranquilo de não ter feito determinada coisa.

Quinto: Entenda que nem a maior decepção que você possa ter será capaz de tirar o seu ânimo pela vida, desde que você enfrente é claro. Pessoas, coisas, motivos, razões, oportunidades, pensamentos, medos, tristezas, sucesso, dinheiro vem e vão o tempo todo.

Citando Chico Xavier: “Isso também passará”. Tudo na vida é passageiro e você só terá certeza disso se, de fato enfrentar. Se cair, levante-se, sacuda a poeira e bola pra frente. Saia mais forte, com planos B,C e D traçados e tenha em mente: Novos tombos ocorrerão, mas estou aqui para isso: Aprender, viver, experienciar e, a cada vez mais, me tornar uma pessoa melhor.

Dedico esse texto à minha mãe. A pessoa que, sem saber, é a mais resiliente que eu conheço.