A morte não deve ser vista como um fim.

Engana-se quem pensa que a pessoa que segue a doutrina espírita lida com a morte unicamente de modo racional. Cada pessoa tem uma forma de lidar com a morte, isto é também uma questão de cunho pessoal e não somente religiosa.
Espíritas creem em reencarnação, mas católicos e evangélicos também encaram a morte como um “até logo”. Creem que nos fins dos tempos, os mortos levantarão de seus túmulos para viver a vida eterna. São duas crenças diferentes nesse contexto, mas que não deixam de necessariamente crer em uma vida eterna.
O choro para aquele que crê em Deus nunca deve ser senão de uma breve despedida, de um até logo… O religioso que acredita em um adeus definitivo, é o mesmo que não crê na existência de Deus verdadeiramente, é como se estivesse dizendo que não crê que Deus é eterno e que portanto Suas promessas não serão cumpridas.
Gabriela Gomez
