Não sei contar histórias

Todas elas tem um pouco de verdade
Superstições pessoais para manter a salvo
O monstro que chamo de lar
Quando nada me agrada, nem a mim mesmo
Ou o sorriso em meu rosto
Renascendo lembranças pálidas
Outrora enclausuradas num corpo decrépito
Fardo alto a se pagar aos anos de sofrimento

Entidades de uma unidade imaginária 
Coexistindo no mesmo espaço
Entre dias e noites, árvores e estrelas
Majestosas formas naturais
A supressão do vazio
No renascer das flores belas 
A primavera
Estação única entre meus constantes invernos

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