Você — sim, mais uma vez você: sujeito sem nome; personagem principal de cada palavra de amor que sou capaz de escrever ou pronunciar — não sabe a falta que me deixou de fazer. Pode parecer estranho, e não vou me importar se parecer — aliás, quando eu me importei com algo? — , mas faz um tempão que eu não falo que faz um tempão de algo que envolva você. Eu me perdi em alguma dessas indas e aindas da saudade, esqueci por lá também a própria. Agora resta o agora, o frio do Rio de Janeiro, o cinzeiro com algumas guimbas e algum sentir nenhum.

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