Mais uma vez encontro-me atônito diante do teto do meu quarto. O vento seco e gélido do ventilador no chão faz meu olho ressecar, e arder, e lacrimejar. E tiro proveito da situação sem exitar. Explodindo-me em sentimentos e pensamentos, meu corpo entra em colapso ante a crise existencial. A água salgada escorre no meu rosto queimando-o, enquanto o teto sufoca-me contra as molas barulhentas do colchão duro. Quem sou eu.