Cordas e cadeados

Sempre se ama o amanha.Sempre de deseja o maldito amanhã.O presente dói, ele só se defaz em nós tortos que sao duros como aço.O seu presente é uma corrente pasalisante, congela teu futuro breve de cadeados cujas chaves já se vaporizaram no ar.Ah, mas se pudessemos nos libertar de todos os malditos nós, eus que não são eu, é ou talvez era apenas um outro.Aperta tão fortemente, que quando soltar, vou me sentir leve.Assim vou poder ficar bem perto de você, bem longe daqui.