Será que a Bel Pesce aprendeu mesmo a lição?
Bru Paese
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Olá, teria muitas coisas para falar com você, mas pelo seu “range” de “traction” (odeio estes termos que com o passar do tempo viram jargões vazios) nesta plataforma, vi que seria difícil conseguir alguma conversa de maior conteúdo sobre estes assuntos.

Quanto ao zum-zum-zum que fazem com quem levanta milhões de dólares no norte da califórnia, gostaria de deixar duas opiniões (eu estou tão perto do sucesso quanto o Brasil de ser um país de primeiro mundo) de um curioso:

a) O maior sucesso é entrar no MIT. De longe. O filtro de gente para entrar no MIT é muito mais concorrido do que o filtro de pessoas que já “estão lá” e conseguem um financiamento polpudo. Por isto vou sempre ter o maior respeito por pessoas que conseguiram chegar no sonho de consumo de qualquer engenheiro.

b) A banalização da palavra “tech” me irrita. Se você fez marketing, administração ou o raio que o parta, pode abrir uma startup, ficar milionário, trabalhar no Google, ser presidente de um país e mudar o mundo. Ninguém quer te tirar isto. Agora se você nunca fez uma derivada na vida, você não trabalha com tecnologia. Um programa de chat não é tecnologia. Um tinder para restaurantes, NÃO É TECNOLOGIA. Então quem faz um PhD em novos métodos de impressão alinhando moléculas de plásticos, faz o quê?

Bom, era só isto que tinha para dizer. Obrigado.

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