os planos e as metas mudaram, e hoje sei que você canta pra mim

ando por aí escrevendo pequenos textos e transformando minhas conclusões em experimentos visuais e psicológicos aos que se interessarem por palavras meia boca.

nas andanças com minha própria companhia ou nos meus descansos mentais interpretados como afastamento social há um espaço que foi subitamente invadido pela minha curiosidade e vontade de sanar dúvidas sobre reações, motivos e aprimoramento pessoal que me foi cedido com muita graça depois de, finalmente, não colocar o medo em primeiro lugar para descobrir quem realmente sou e o que me leva a tomar atitudes x, y ou z.

como toda vez que vou liberar minha adrenalina nas invasões de espaços abandonados, tive complicações sérias para entender a tamanha explosão que aconteceu desde que me entendi como gente. gente que sou e que me orgulho de ser. g. a. y. logo em seguida presenciei a formação de uma galáxia, e então esperei pela formação de uma sociedade de hipócritas com reações autodestrutivas. logo mais eu vi a composição que teve sua estrela morta na hora certa queimar por dias. quão impossível era salvar a primeira formação da história?

completamente.

chegou a hora de apostar no espaço que invadi subitamente deixando o medo pra trás junto com a não formada sociedade de hipócritas com reações autodestrutivas. que adrenalina da porra. eu estou construindo uma nova sociedade politicamente correta em uma galáxia com um planeta solitário. estamos tentando fielmente construir qualquer coisa que não seja para ninguém além de nós mesmos.

todos nós somos feitos de alguma explosão que é iniciada a partir do momento que nos identificamos enquanto exatamente aquilo que somos. você já chegou lá?

acredito eu que explosões do tipo acontecem como aconteceu na formação do universo. há ainda anos para acertar cada detalhe e mudar constantemente com o passar das estações.

nessa mutação constante, os planos e as metas mudaram, e hoje sei que você canta pra mim. como quando coloca jovens no espaço satisfeitos por serem jovens e apaixonados. a questão é que, no caso, eu sou o jovem planeta solitário girando na minha órbita e passando a anos luz de distância da minha estrela. lembra que eu disse que a de antes morreu, certo? francamente, talvez essa não morra nunca e, apesar de distante, mantém a temperatura do meu corpo celeste suficiente.

continue brilhando a qualquer distância que estiver.
em breve nos esbarramos de novo.

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