Uma mistura de crítica social com poesia e dedo na cara de racistas. Escrevo para não surtar, No facebook '' Escrito Marrom /gabrielsantosbm@gmail.com
a saudade que eu tava de grudar corpo nocê era tão granderendeu stress nas mãosficaram enrrugadascomo mãos de lavar pratos.
Gabriel Sanpêra.Eu levantei um dos meus pés e a sensação era de flutuar. Abaixo de meus pés conseguia avistar as montanhas das Agulhas Negras distantes e rodeadas de nuvens.
São cinco da manhã e dia rompe noite num corte lento somente a calada da noite. O dia corta lento e sem pena a noite…