Ô, meu deus, pra que tanto ego, tanto radicalismo… O texto do moço é lindo.
Bárbara Gael
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Não sou uma vítima pro resto da vida. Mas não esqueço, já que esquecer é improvável e mesmo que fosse possível seria estúpido. Contudo, não tenho a menor intenção de me defender de uma mulher que bate palmas para um homem falando de estupro e me chama de radical e burra quando falo sobre o mesmo assunto. Vou tomar a liberdade de citar a mim mesma, em honra à tua simpatia:

“A gente sabe que não é todo mundo que empatiza com a gente, quando a gente conta que sofreu um estupro.”

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