Como programar a biologia? (Parte 4/7)

Essa é uma série de 7 notícias, uma em cada post, onde comento sobre a ascensão dos sistemas inteligentes e como irão impactar nossa vida. Se você não leu minha introdução sobre o tema, vale a pena conferir aqui e a notícia anterior aqui.


Durante os últimos dias circulou uma notícia sobre a criação de uma linguagem de programação que permite projetar circuitos de DNA complexos que dão novas funções para células vivas.

As primeiras vezes que li sobre biotecnologia e nanotecnologia, as quais são a intersecção de tecnologia com biologia, confesso que fui meio cético quanto ao tempo que as previsões iriam se tornar realidade. Mas me equivoquei.

A evolução da vida não será mais totalmente aleatória

Já estamos vivendo isso de maneira muito avançada. O MIT, criador dessa linguagem, imagina várias aplicações, desde programar bactérias que ajudam na digestão de lactose até bactérias que produzem pesticidas.

Talvez, ao ler isso de forma desatenta, pareça apenas mais uma engenhoca de uns nerds por aí, mas é extraordinário, um marco para a raça humana. Democratizar esse tipo de manipulação complexa, num formato de linguagem de programação, onde teoricamente qualquer um consegue programar, abre um leque de possibilidades que é difícil mensurar.

O fato é que quando a programação atinge tal patamar, fica muito claro a importância desse conhecimento para o futuro próximo, em qualquer área. Qual sua opinião sobre isso? Será que perderemos o controle? Será que usaremos essa habilidade de maneira positiva? Até onde isso irá?

Confira a próxima notícia aqui!

ps. Conheça o BOOT, um curso de criação de projetos de tecnologia para empreendedores.

One clap, two clap, three clap, forty?

By clapping more or less, you can signal to us which stories really stand out.