Medo

Faz muito tempo

Que nos encontramos

No meio da metrópole

E agora, reencontramos um ao outro

È estranho volta a gostar de alguém realmente

È como um abismo, que você cai, sem nunca atingir o fim

Pois cada vez mais o vento sopra para cima, você se prende em algum galho de oliveira

Em algum verme que passa pelas paredes, em algum inseto que você julga magico

Mas caindo você percebe, você sente aquilo

A ave do medo volta a voar ao seu lado na queda, você se encolhe como um feto na barriga da mãe, procurando abrigo, com aquele pássaro gigante voando ao teu redor Gritando — MEDO MEDO MEDO MEDO, VOCÊ TEM MEDO HOMEM FRÁGIL!!!

Ali você percebe que…

você tem medo de perder quem acabou de reencontrar.

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