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A homossexualidade, tal como toda as suas vertentes de gêneros, não podem vir a ser qualificada como doença, por, até o momento, não se conhecer danos que a homossexualidade causa à saúde do indivíduo. Entre tanto, ela pode ser, no mínimo, caracterizada como ANORMAL. Anormal pelo fato de que estudos científicos mostram que a homossexualidade e derivados, se dá durante a gestação, por conta de uma falha durante a gestação, os níveis de testosterona são DESREGULADOS, não dando testosterona o suficiente nem para desenvolver, de forma absoluta, os traços masculinos, nem os femininos, ficando em um meio termo. A testosterona durante a gestação virá a ditar as características masculinas e femininas do feto, uma alteração, ou seja, uma ANORMALIDADE genética é o principal fator para o desenvolvimento da homossexualidade. Outro argumento que pode ser usado para o texto resposta ordinário escrito, é: A homossexualidade IMPEDE a perpetuação genética, impede que os genes, que a informação humana existente, seja passada a diante, impede a continuidade da vida. O principal fator da vida, o que da origem a vida, desde o útero da mulher, é a INFORMAÇÃO/GENE. O homossexual não reproduz, não passa a informação da vida à diante, impede a continuidade da vida, logo, impede a natureza humana de sua existência, impedindo por consequencial lógica, o social — como algo que inviabiliza vida pode ser considerada aceita/normal/bom ? O principal objetivo, a nível biológico e natural, do ser humano é a propagação da informação, a propagação do gene, filhos e derivados, a homossexualidade não permite essa continuação. O mínimo que podemos dizer da homossexualidade é que ela é uma ANOMALIA GENÉTICA. A propaganda do politicamente correto cega o estudo mais aprofundado da homossexualidade, diz que deve ser algo aceito, SEM QUESTIONAMENTO ALGUM, com uma normalidade absurda, sendo que vem a ser o oposto de normal, o oposto a vida. A homossexualidade deve ser estudada mais seriamente no meio científico e menos falaciada no meio social, coexistindo com o respeito ao ser humano INDEPENDENTE de sua sexualidade. Toda e qualquer vida deve ser devidamente respeitada. Agora falando um poucos dos comportamentos masculinos e femininos. O homem sempre foi mais tendencioso a se arriscar mundo afora, a mulher, por conta de ela ser a PORTADORA da vida por 9 meses, sempre ficou em um ambiente mais fechado, mais protegido, com a finalidade inconsciente de proteger seu corpo, seu templo onde a vida será gerada. A mulher é mais comunicativa, ela costuma, não de forma absoluta, ser mais envolvida com outros seres humanos, justamente pela biologia dela de portar vida, cuida da vida, portar outro ser humano, cuidar de outro ser humano, são características evolutivas e naturais, características genéticas que fazem da mulher mais “caseira”, enquanto faz do homem mais “aventureiro”. Tal comportamento masculino e feminino não é bom, nem ruim, não é nem onus ou bonus, MUITO MENOS machista, apenas é assim. O homem com mais trabalho braçal, mais trabalho fora de casa, existe por conta de suas ESTRUTURA FÍSICA, que é dada, novamente, por questões genéticas, já é pré-determinado, no momento da gestação, seus comportamentos e seus traços masculinos e femininos. O homem que se comporta de forma mais afeminada, não está a favor de sua natureza, ou seja, apresenta uma DISFUNÇÃO comportamental. O ponto é: o certo é o homem ter essa “masculinidade imposta social” e a vice e versa, esse social primitivo, apenas existiu por conta do natural, da forma como homens e mulheres, deveriam, se comportar de acordo com seus genes, biotipos e etc. Não deve ser visto como Ok, Bom, algo que vai contra a genética raiz, o primordial, do gênero humano, mas, deve-se ser respeitado, nunca vindo a ferir uma vida por conta disto. As imposições sociais ditas como “retrogradas” e “conservadoras” conservam isso, o instinto natural de cada ser agir conforme seu gênero. O retrocesso é aceitar tudo isso como normal e não vir a ser estudado. O homem deve sim agir com mais masculinidade e a mulher agir com mais feminilidade, o oposto deve vir a ser estudado. E a partir do momento em que o social diz o contrário - o social que tem um grande impacto no desenvolvimento do ser adulto - que não há problema do homem ser mais feminino e vice e versa, cabe sim ao pai/mãe ensinarem seus filhos a agirem conforme dita o seu respectivo gênero.

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