em todo lugar

Tem coisas que a gente não segura no peito. A gente deixa pulsar e alcançar cada canto do enorme espaço intocável. Deixa sentir inteiramente até se esquecer de tudo o que te prendia e amar o toque de tudo o que te rodeia.

É a hora em que somos.

E o ser, que às vezes — tantas — machuca e não perdoa, se descobre, na verdade, sua melhor armadilha.

Num pulo sem pretensão — ou com toda a pretensão existente — você se descobre MAIS. Eternamente você em todas as pequenas partes do que seus olhos enxergam e deixam de enxergar, seu nariz cheira e deixa de cheirar, seus ouvidos escutam e deixam de escutar, sua boca alcança e deixa de alcançar, seu coração bate e deixa de bater, seu corpo toca e deixa de tocar. Tudo que você sente e tudo que não sente, é tudo eternamente você e você é eternamente tudo. Bem-vinda a existência, não sente?

tá por aí.

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