Foto clichê de papel e caneta para ilustrar textos sobre newsletters. Freddy Castro/Unsplash

A minha newsletter

Todo fim de semana, envio uma newsletter a algumas dezenas de pessoas que decidiram assiná-la quando anunciei, no Twitter, que faria isso.

Caso queira assiná-la, clique aqui.

Se ainda não está convencido (e não te culpo por isso), abaixo dou algumas explicações e motivos para a existência dela.


Os e-mails da newsletter são divididos em quatro partes:

  1. Uma história curta de algo que aconteceu durante a semana;
  2. Os destaques da editoria de Nova Economia da Gazeta do Povo, onde trabalho, e do blog Manual do Usuário;
  3. Reportagens, posts de blogs e textos em geral de outras pessoas que li e achei interessantes; e
  4. Algumas coisas engraçadas ou curiosas — geralmente tweets ou vídeos.

Sigo algumas regras para tornar essas mensagens agradáveis:

  • Elas são curtas, em geral para serem lidas em até seis minutos;
  • O design é simples e direto: texto preto contra fundo branco, eventualmente com uma foto. De quebra, os e-mails abrem direitinho em qualquer app ou site;
  • Se não abrir quatro edições consecutivas, você é descadastrado automaticamente;
  • Jamais venderei ou passarei a um terceiro os e-mails cadastrados nesta newsletter; e
  • Você pode se descadastrar a qualquer momento, sem precisar se justificar, apenas clicando em um link destacado no rodapé de todo e-mail.

Em todos esses anos escrevendo na Internet, a newsletter se mostrou, pelo menos para mim, como o canal mais confiável e duradouro para manter contato com quem se interessa pelo que escrevo.

Minha ida para a Gazeta do Povo, em abril de 2017, evidenciou um ponto que eu já devia ter aprendido (pois já se repetiu algumas vezes): eu não sei onde estarei escrevendo no futuro e, nessas mudanças, não são raros os casos de leitores interessados no que eu escrevo que perdem contato por conta delas.

Assinando uma newsletter pessoal, não importa aonde eu vá, teremos sempre um canal direto de comunicação. E como é um e-mail, as mensagens que envio funcionam, também, como ponto de partida para diálogos — todo assinante pode respondê-las; eu leio tudo e sempre dou um retorno.


Interessou-se? Que bom! :)

Para assinar a minha newsletter, siga este link: http://bit.ly/newsghedin