O Silêncio de 2015 e mais Indigo em 2016

As crianças Indigo já estão aparecendo. Elas tem uma sensibilidade muito positiva a respeito de tudo que percebem, e isso me fez pensar.

Em 2015 eu andei estudando sobre história da comunicação no mundo, através de livros de sociologia e filosofia da moderna, e os caminhos que foram traçados pela publicidade para nos encaminhar para ideias de consumo. Quando se tem dinheiro, esse caminho é muito fácil de ser trilhado, pois corresponde a materialização constante de desejos construidos pela propaganda e pela repetição de ideias.

A repetição de ideias é talvez o que eu possa considerar como sendo algo de mais nocivo para a população, pois é através desse fenômeno que os movimentos crescem exageradamente, formando opiniões não embasadas daqueles que não podem ou querem procurar ver a realidade com seus próprios olhos.

Esse ano foi difícil por isso. Mas eu aprendi a ficar em silêncio.

Ficar em silêncio me fez olhar e perceber as coisas de outra forma. Quando eu digo Ficar em Silêncio, eu não quero dizer que fiquei muda, mas sim que me comprometi com o exercício constante de silenciar a mente. Para assim achar o meu caminho no meio de tantas palavras jogadas ao vento.

Numa festa de aniversário agora em dezembro eu brinquei bastante com minha prima que tem cerca de 2 anos. Fiquei maravilhada com a forma com que ela se abria para as coisas, com seu interesse e entusiasmo refinados, pelas pessoas e pela música que tocava no vinil. Dançamos bastante e eu fiz um chocalho de lata pra ela, que tocou feliz.

Agora, juntando os pontos, creio que aprendi algo em 2015. Aprendi a relativizar a forma de ver as coisas, atribuindo menos importância a coisas que nos dizem ser importantes. Eu não quero citar quais são minhas mudanças particulares, mas só digo que esta revolução interna caminha em direção a um caráter ético e ao mesmo tempo liberto. Silenciar internamente me fez desatar diversos nós, e agora minha cabeça está leve e vazia, pronta para receber 2016 com força e coragem.

2016 tem a ver com as crianças Indigo. Tem a ver com a quebra de paradigmas, tem a ver com evolução espiritual e psíquica, quebra de tabus e hipocrisia generalizada. Tem a ver com enxergar a vida de maneira positiva, perder o medo, conquistar o amor.

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