Proatividade sem maestria não serve
Marcelio Leal
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Gostei muito do post. Essa atitude em ser proativo dentro várias definições, me parece uma forma de evitar um acompanhamento que a equipe precisa.

Já tive chefes em que falaram direto de proatividade, mas com o tempo fiquei percebendo que isso o eximia da responsabilidade de acompanhar quem era subordinado a ele, dentro do que era produzido. Claro que temos que ver o outro lado, em que ele pode ter muitas coisas a fazer, mas a realidade é que isso é o ônus de quando você lidera alguém.

Tive alguns colegas que trabalhei e liderei, e os mais novatos falaram pra mim que me via como uma referência profissional. Isso foi bom de ouvir porque depois de anos estudando e trabalhando percebe que se tornou exemplo para alguém, mas entendi a responsabilidade e seriedade que isso envolvia. E esse post me fez perceber de como alguém que produz algo, precisa ser acompanhado para que essa proatividade, de quem já vem sendo ensinado exaustivamente para quem começa a trabalhar, seja moderado para não trazer mais males do que bem.

Não saindo muito do tema, essa questão de dosar a proatividade creio que vem da cultura de aonde trabalha e de quem lidera um time, mostrando e inserindo uma cultura de equilíbrio nas ações que serão feitas.

Mais uma vez, parabéns pelo post, porque traz um outro ponto de vista desse assunto que é tão comum na vida profissional.

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