Diversas vezes me pego pensando sobre o futuro. E o amor. E todas as outras coisas. Percebo que, por vezes, somos agraciados por encontrar o tal “amor da nossa vida”. Isso é tão complexo. E dizer isso, quando se é jovem, é mais ainda. Seria ousadia dizer que já encontrei o meu? Ou seria apenas impulsivo e, daqui um tempo, posso mudar de ideia ao conhecer outras pessoas? A vida de cada um é peculiar. Mas, com toda certeza, quem dita isso são os sentimentos. Não tente de maneira alguma ser racional ao classificar aquilo que seria o “amor da sua vida”. Você apenas sentiu que é e ponto. Você sabe que é, ninguém precisou te dizer isso. Você sabe que possivelmente nunca sentirá sentimento igual ao que você sentiu com o “amor da sua vida”. Talvez você ainda esteja ao lado dessa pessoa, ou talvez não. Talvez esse amor dure um vida, talvez esse amor dure um momento. Talvez ele precise de uma pausa, para amadurecer e, daqui um tempo, se reencontrar mais forte do que nunca. Talvez dê tudo errado com o “amor da sua vida” e você provavelmente não se casará com ele. Triste? Nem tanto. Quando existe muito sentimento pode acontecer muita confusão e nem sempre acabar bem. Porém, nada disso tira o valor, o peso que existe em ser o “amor da vida” de alguém. É um amor eterno, terno. É uma conexão que nunca vai acabar, é um conjunto de lembranças inéditas, incomparáveis, insubstituíveis e inexplicáveis. Eu não sei o que esperar do futuro. Apenas digo que eu já sei quem é o tal “amor da minha vida” e, posso dizer com gosto, que assim pra sempre será.

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