Vivendo num mundo não poético, num mundo sem cor. Por mais que toda cor seja amor, não existe um poeta sem dor. As belezas estão nas profundezas do abismo da alma. Caímos ou criamos asas, nos tornando livres a nos expressar. Quem diria que, um dia, eu me dispuseste a voar e ver a calma superfície que encobre min’alma, aparentando sorridente em meio a desordem que abriga a dor, o amor e estes versos. Seria um apelo dizer que a vida é bela, mesmo sabendo que é alimentada de tanta dor? Sofrer, crer, viver… Seriam os princípios básicos de evolução? Quantas provações, quantas espiações. Abaixo a utopia que criamos e caminhemos ao nosso mundo real. O mundo do bem, das cores vibrantes e do poeta apaixonado. Apaixonado pelo simples ato de viver.