Caos e ordem
Carlos Ramalhete
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Ramalhete, confesso que seu texto destruiu meu castelinho. Conseguiu, sem fazer força, me convencer e corar-me de vergonha. Como pude ser tão bôbo e dominado por tanto tempo por uma paixão adolescente?

O mais curioso é que sempre que assisto filmes norteamericanos, percebo “flashes”, de tudo isso que você falou (idolatria, aborto, paganismo, divórcio, etc) sem me dar conta que é um espelho da sociedade americana. Tudo passando sob meu nariz e nada de acordar para a realidade.

Estava conversando com meu segundo filho, André (se lembra dele?), e comentei sobre a primeira impressão que tive do seu texto: a gravura e a legenda. Evidentemente que o Carlos não colocou ao acaso aquilo ali. Imprimi e fiquei um bom tempo a refletir sobre aquilo. Depois de terminado a leitura, tudo ficou ainda mais claro.

Fico impressionado cada vez mais com sua cachola. Arrisco a dizer, e o Dedé concordou comigo, que seu pensamento filosofico é um dos maiores (senão o maior) de nosso país.

Um grande abraço.

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